Descrição
Vëayr apresenta uma cartografia emocional composta por gestos em suspensão,
onde fragmentos de memória são dissolvidos em atmosferas enevoadas.
A composição pulsa entre o visível e o apagado —
como se camadas de identidade ecoassem entre véus translúcidos.
As tonalidades densas, entre cinzas e tons ocres,
fazem do vazio um território de escuta e reverberação.
Essa obra emerge como um sussurro pictórico de presenças que não foram plenamente vistas,
mas que habitam a superfície como cicatriz e presença.
Vëayr não se revela, resiste: ela pulsa no intervalo entre existir e ser notado.
Texto de referência: Marcos 11:1:10





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