Descrição
Tvarnun Simon emerge como um espelho quebrado em pleno silêncio. Fragmentos que ora se afastam, ora se reagrupam, formam uma dança imprecisa de rostos, nomes e gestos esquecidos. As linhas, ora firmes, ora dissolvidas, evocam as margens turvas de uma memória que nunca se deixou capturar por inteiro.
A paleta, em camadas translúcidas, sugere presença e ausência em simultâneo — como quem se move entre o visível e o obliterado. É um retrato não de uma pessoa, mas de uma reverberação: uma tentativa de se fixar na tela aquilo que já nasceu como eco.
Texto de inspiração: João 21:1-14





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