Descrição
Sitënåh
(onde o silêncio toca primeiro)
Na superfície calma, uma vibração anterior às palavras.
Sitënåh não se explica — se escuta com o corpo.
É a memória líquida de um instante que não sabemos se sonhamos ou esquecemos.
Neste campo etéreo, linhas dançam entre o visível e o que se pressente,
como se o tempo tivesse parado apenas para respirar.
Há uma linguagem que se recusa a ser escrita,
mas que pulsa nas camadas, nos gestos, nos silêncios pigmentados.
Cada cor se aproxima como quem pede permissão para entrar.
O branco, longe de ser ausência, é presença que abriga.
O espaço não é vazio — é rito.
É passagem.
Sitënåh é refúgio e fronteira.
É quando o invisível se deixa tocar,
e o sensível finalmente encontra morada.
(Referência: Gênesis 26:12-22)





Avaliações
Não há avaliações ainda.