Descrição
Na pintura Kiniun eya Juda, os traços ondulados e as camadas densas de cor evocam um campo de batalha interno e,
ao mesmo tempo, um santuário silencioso.
A composição pulsa entre opressão e revelação, força e fragilidade, fé e exílio.
Os tons ocres, púrpuras e negros sugerem uma jornada entre reinos invisíveis,
onde o corpo da história coletiva repousa ferido, mas insurgente.
A obra propõe uma travessia pela herança simbólica da tribo de Judá — não como figura triunfante,
mas como ruína viva, território de luta e promessa.
Um leão ferido, mas desperto.
Há algo ancestral pairando, algo que se levanta da poeira com a dignidade de quem resistiu ao apagamento.
Texto de inspiração: Apocalipse 5:1-14





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